O
BRASÃO DE CUBATÃO |
|
 |
|
"Dando
nova redação no artigo 1.º da Lei n.º 638, de 13 de
julho de 1966, o Prefeito Municipal de Cubatão, Eng.º
Aurélio Araújo, sancionou a Lei n.º 796, de 19 de
dezembro de 1969, sobre os seguintes termos, instituindo
o novo brasão de Cubatão:
Artigo
1.º - o artigo 1.º da Lei n.º 638, de 13 de julho de
1966, passa a ter o seguinte teor: Artigo 1.º - É
oficializado o Brasão de Armas do Município, na
conformidade do modelo que integra a presente Lei e tem
a seguinte descrição heráldica: Um escudo português
(ibérico). Em campo de goles (vermelho), no centro e em
destaque, num entrelaçamento harmonioso: uma roda
dentada de prata (engrenagem) e, sobre ela, um sol
dourado, refulgindo quatro raios igualmente doirados e
simétricos - tudo sobre uma flecha e uma alabarda de
ouro e prata cruzadas. Três escudetes com chefe,
ligados e alinhados em faixa, sobre o campo de blau
(azul) e representação de prata; o primeiro sob a
forma de um conjunto petrolífero; o segundo sob a forma
de uma torre e cabos elétricos; o terceiro, sob a forma
de um agrupamento siderúrgico; estes três elementos têm,
como suportes, duas folhas de bananeiras (musa paradisíaca)
e cor sinople (verde), dispostas, respectivamente, à
esquerda e a direita, Um listão de prata com os dizeres
(em sable negro): 1833 - Cubatão - 1949,
respectivamente à direita e à esquerda. O conjunto é
encimado por uma coroa mural de cinco torres de
prata".
|
|
|
Letra:
EDÍSTIO DIAS REBOUÇAS FILHO
Música:
JOÃO BATISTA CURTIS
Longos
séculos emoldurada
de
palmas tão brasileiras,
ao
som das cachoeiras
prelúdio
desta canção.
Eis
Nove de Abril,
rompe
em canto viril,
a
mostrar a todo Brasil
o
valor de Cubatão.
Salve,
Salve, Rainha das Serras,
Bem
amada Cubatão
em
tua história, encerras
paz,
amor e tradição.
Ó
magia de condão de fadas,
a
bela região dominas
o
ouro negro refinas
és
fontes de força luz.
E
Anchieta, ao passar
a
Caminho do Mar,
Sempre
quis te abençoar
com
o sinal da Santa Cruz.
|