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Clermont ressalta o valor do novo sistema de
produção de gasolina da Refinaria
“Este projeto
é de uma validade enorme. Primeiro, porque se propõe a combater a
poluição e atuar no sentido da recuperação ambiental de nossa
Cidade. Depois, porque vejo que a participação popular está sendo
excelente em todo o processo de discussão do empreendimento, dando
um exemplo para a sociedade”, afirmou o prefeito Clermont Castor,
terça-feira à noite, dia 13, falando no encerramento da Audiência
Pública do Programa Carteira de Gasolina, da Refinaria
Presidente Bernardes-Cubatão (RPBC).
Embora tenha
havido unanimidade na aprovação do projeto da Refinaria, todos que
se pronunciaram fizeram questão de apontar a necessidade de que a
mão-de-obra local seja qualificada para disputar as vagas a serem
oferecidas durante a implantação da Carteira de Gasolina.
Convocada pelo
Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema), a Audiência
aconteceu no Bloco Cultural, estendendo-se por cerca de duas
horas. Estiveram presentes o prefeito; o presidente da Câmara,
vereador Geraldo Guedes; o vice-prefeito, Raimundo Valter
Pinheiro; o secretário municipal do Meio Ambiente, Eduardo Bello,
além de mais de 200 representantes da comunidade e técnicos da
Petrobras.
Os trabalhos
foram presididos por Germano Seara Filho, secretário-executivo do
Consema, auxiliado por Pedro José Stech, diretor do Departamento
de Avaliação de Impacto Ambiental, da Secretaria de Estado do Meio
Ambiente.
O que é –
O
Programa Carteira de Gasolina é um investimento de R$ 660
milhões, da Petrobras, destinado a modernizar o sistema de
produção de gasolina automotiva da RPBC até o final de 2008.
Outras refinarias da empresa estão recebendo prejetos semelhantes.
De acordo com
a legislação federal, a partir de 2009 a gasolina comum
comercializada no Brasil não poderá conter mais do que 50 ppm
(partes por milhão) de enxofre, aproximando-se do padrão que
estará vigente, naquele ano, nos EUA (30 ppm) e Europa (10ppm).
Segundo
avaliou o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), do empreendimento,
após implantada a Carteira de Gasolina proporcionará
substancial redução na poluição atmosférica gerada pela Refinaria,
além de contribuir para diminuir a poluição nos grandes centros
urbanos (especialmente dióxido de enxofre), devido ao uso da
gasolina com baixo teor de enxofre.
Depois da
Audiência Pública, o projeto terá de ser analisado e aprovado
pelos membros do Consema, antes de obter a licença ambiental. As
obras da Carteira deverão se iniciar em meados de 2006,
estendendo-se até o segundo semeste de 2008. Em média, serão
gerados 3.000 empregos diretos.
Departamento de
Imprensa
Oswaldo de
Mello - MTb 10.572 - 14/Setembro/2005
Fotos: Divulgação PMC
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Gabinete_Carteira de Gasolina – Zanza 3
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