.

 

Principal    

 

 

 

 

 

31/05/05 a 03/06/05 - 3º Ecoweek

 

31/05/05 - Abertura do 2º  Ecoweek de Cubatão

 

Seminário destaca recuperação ambiental como realidade para população cubatense.

 

 

 

Com a presença de diversos segmentos da comunidade,segunda edição da Eco-Week constata melhoria da qualidade de vida no Município

 

O processo de recuperação ambiental do Município, iniciado há cerca de 20 anos, na gestão do ex-governador Franco Montoro, já atingiu a maturidade, sendo entendido por representantes de diversos segmentos da população cubatense como uma realidade. Esta constatação pontuou os discursos das autoridades presentes ontem (31/05), na abertura da segunda edição da Eco Week- Seminário do Meio Ambiente.

Representando o prefeito Clermont Castor, o vice-prefeito e secretário de Ação de Governo, Raimundo Valter Pinheiro Lima, destacou que a realização deste seminário mostra que a sociedade já amadureceu o suficiente para discutir estas questões. Em sua intervenção, ele relembrou fatos marcantes na História da Cidade relacionados ao meio ambiente, dentre eles a expansão industrial ocorrida à época do milagre econômico brasileiro, nos anos 70, e os movimentos populares da década de 80. Além do vice-prefeito, compuseram a mesa de autoridades o presidente da Câmara de Vereadores, Geraldo Cardoso Guedes, o coronel João Leonardo Mele, comandante do Policiamento do Interior 6- CPI/6, o diretor-presidente do CIESP-Cubatão, Marco Paulo Penna Cabral e o promotor público Pablo Greco.

Pinheiro elogiou ainda a iniciativa da comissão organizadora da Eco Week, composta por Valdemir Pinto de Moraes, Ana Maria Almeida Gomes e Fabiula Vicente Reis. “Há 15 anos, quem iria dizer que estaríamos aqui, nesta segunda semana do meio ambiente? Não se esqueçam de que teremos mais eventos como este”.

A esperança na continuidade do processo de recuperação também foi destacada na abertura do seminário. “Cubatão será marcada por um avanço ambiental que nenhuma cidade teve, porque foi uma das primeiras a assumir os compromissos a Agenda 21 (plano de metas e diretrizes em diversas áreas de atuação do poder público até 2020)”, afirmou Pablo Greco.

Estandes- Também marcaram o início da Eco Week a apresentação da cantora Marcela Oliveira, acompanhada pela Banda Marcial de Cubatão, com regência do maestro Alexandre Felipe Gomes, e as visitas aos estandes de empresas do pólo industrial, escolas e núcleos de educação ambiental. Um dos destaques foi a reprodução de uma trilha do Parque Estadual da Serra do Mar, feita pelo Instituto Florestal Núcleo Itutinga Pilões. No local, o visitante pode conferir plantas ornamentais da Mata Atlântica em ameaça de extinção como as Helicônias. O evento é uma realização da Prefeitura de Cubatão, por intermédio das secretarias do Meio Ambiente (Semam), Assistência Social / Fábrica da Comunidade (Semas) e de Ação de Governo (Segove).

Patrocinam a Eco Week a Petrobras, Cosipa, Ecovias, Terracom, Carbocloro, Banespa, Mosaic, Ripasa, D2, Banca Letreiro, DAD, CBE, Pronto Telecom, Bunge, Fosfertil, Copebras, Porto de Santos, RTA, Grupo Clomac, Locaminas, MECA. O apoio é de A Tribuna, CIESP-Cubatão, OAB-Cubatão, Sabesp, Senai, TV Pólo, CEFET-SP, Cetesb, Instituto Florestal e ACIC.

 

Repórter Dojival Filho Mtb 43478/SP 1/06/2005
Tel.: (13) 3362-6124/6316/6317/6462

FOTOS: Aderbau Gama / PMC

 


 

 

Palestra sobre Protocolo de Kyoto abre programação da 2ª Eco Week - 01/06/05

 

Países desenvolvidos como os EUA, que não querem ratificar o Protocolo de Kyoto, estão fazendo o papel de nações egoístas e não estão pensando no próprio futuro. Esta afirmação foi exposta na manhã desta quarta-feira (01/06), no Bloco Cultural de Cubatão, a um público de cerca de 200 pessoas pela palestrante Veridiana Carrilli de Paiva, especialista em direito ambiental da USP, na abertura do ciclo de palestras da 2º Eco Week – Seminário do Meio Ambiente.

Expondo sobre os objetivos do Protocolo de Kyoto, Veridiana ao ser questionada sobre os problemas ambientais no Brasil disse que o governo brasileiro está cedendo à pressões externas. Para ela, o discurso do governo é um dentro do país e outro no exterior. Prova disso é a aprovação da construção de mais três usinas nucleares no Brasil e o término da usina de Angra dos Reis, no Rio Janeiro.

Veridiana criticou também a posição da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, por não adotar uma postura mais dura no sentido de impedir a entrada de países estrangeiros, principalmente na Amazônia, para exploração de recursos naturais. “Existem concessões de até 60 anos para que outros países explorem nossa flora e nossa fauna. Isso é um absurdo” disse indignada.

Para Veridiana, o Brasil precisa adotar medidas urgentes de proteção dos recursos naturais e não abrir o nosso território da forma como vem fazendo. “Se os outros países aplicam medidas severas para a proteção nacional, por que o governo brasileiro não o faz?”, finalizou.

Repórter Francisco Carlos MTb 20.900 1/06/2005

 


 

 

Comunidade cubatense conhece formas de manejo da agricultura alternativa

 

 

No último dia do 2º Eco Week - Seminário do Meio Ambiente, que vem acontecendo desde o dia 31 de maio, no Bloco Cultural de Cubatão “Dr. José Edgard José da Silva”, a comunidade cubatense, embora sediada em uma cidade de vocação industrial, teve a oportunidade de conhecer algumas formas de manejo que podem ser aplicadas na agricultura alternativa.

A exposição foi feita pelo engenheiro agrônomo do INCRA, Raimundo Hugo de Oliveira Picanço que falou sobre agricultura alternativa em projeto de desenvolvimento sustentável desenvolvido no Pará. Além da comunidade e de grupos de estudantes a palestra contou com as presenças do prefeito Clermont Silveira Castor, do vice-prefeito Raimundo Valter Pinheiro Lima, do presidente da Câmara Geraldo Cardozo Guedes e, ainda do Grupo de Canto Indígena Guarani de Bertioga que fez uma apresentação especial aos participantes.

De acordo com a explanação de Picanço, é possível a comunidade desenvolver projetos de agricultura alternativa nos pequenos espaços que ainda restam nas residências, ou em terrenos destinados às hortas comunitárias, sem, no entanto, utilizar produtos químicos. A alternativa é usar matéria orgânica como adubo natural, o que vai proporcionar uma produção saudável e rica em vitaminas e proteínas.

Para estimular este tipo de cultivo na comunidade cubatense, Picanço deu alguns exemplos de projetos desenvolvidos com sucesso no Pará, como, o plantio consorciado, em que uma mesma área abriga diferentes culturas como leguminosas, ervas ou frutas, usando como adubo mato que foi cortado do local. “É a forma de devolver ao solo o que foi tirado dele. Isto é o conceito do desenvolvimento sustentável”, informou

Picanço pediu ainda que a comunidade não faça queimadas de qualquer natureza. “O fogo, além de queimar o solo, enfraquece os nutrientes, provoca perda da água da terra, causa erosão e é responsável também pelas mudanças climáticas que vem ocorrendo no País”, finalizou. 

 

Departamento de Imprensa
Repórter- Francisco Carlos dos Santos   data 03/06/2005

 

 


 
Coordenadora Regional de Defesa Civil afirma que é preciso conter ocupações

 

 

Foto: Aderbau Gama - Coord. Regina E. Araujo

 

Em palestra proferida nesta quinta-feira à tarde, dia 2, durante o 2º Seminário do Meio Ambiente – Ecoweek, a coordenadora regional de Defesa Civil, Regina Elsa Araújo, alertou para a necessidade de “impedirmos a continuidade das ocupações na Água Fria, sob pena de colocarmos em sério risco o abastecimento de água em toda a Baixada Santista”. O bairro da Água Fria está localizado às margens do Rio Pilões, numa área de proteção ambiental pertencente ao Parque Estadual da Serra do Mar.

Falando sobre o tema “Preservar a vida é responsabilidade de todos”, Regina Elsa — que foi homenageada com uma placa entregue pelo vice-prefeito, Raimundo Valter Pinheiro — disse que, se o seu trabalho visa a garantia da vida humana, a luta pela preservação do meio ambiente é a própria defesa do futuro do homem, tendo a ver, portanto, com as atribuições da Defesa Civil.

Focando seu pronunciamento na questão da água para consumo, ela lembrou que o Brasil possui 13,7% das reservas do líquido existentes no mundo, dos quais 1,6% encontra-se no Estado de São Paulo. “Dos rios Cubatão e Pilões, por exemplo, saem 4.6m³ por segundo de água para o consumo de uma população de 1,5 milhão de pessoas, que nas temporadas de Verão chega a quase 2,5 milhões. Ésse patrimônio que precisa ser preservado e que vem sendo ameaçado pela ocupação desordenada”, alertou Elsa.

A programação desta quinta-feira da Ecoweek encerrou-se com a palestra do advogado Fábio Ribeiro Dib, que falou sobre “Licenciamento Ambiental sob a ótica da OAB/Cubatão”. Ele fez um retrospecto das legislações federal e estadual sobre o tema, além de analisar exemplos locais relativos à instalação ou ampliação de indústrias, implantação de projetos habitacionais, dentre outros. Ao final, ele também foi homenageado e recebeu uma placa do prefeito Clermont Castor.

 

Departamento de Imprensa

Oswaldo de Mello -  MTb 10.572 -  2/Junho/2005
Foto: Aderbau Gama

Tel.: (13) 3362-6124/6462/6316/6317 -  Fax: (13) 3362-6123
Legenda: coordenadora regional de Defesa Civil, Regina Elsa Araújo

 

 


 

 

 

 

 

 

 

Aspectos Gerais - Bairros - Cadastro - Comércio - Dados Geográficos - Escolas - Entidades - Esportes - Entretenimento - Fotos

História - Hospitais - Igrejas - Indústrias - Itinerários - Jornais/Revistas - Links Cubatão - Links Federais - Localização - Mapas

Meio Ambiente - Monumentos - Órgãos Públicos - Parceria - Personagens - Prêmios - Símbolos de Cubatão - Telefones Ùteis

.